terça-feira, 3 de maio de 2016

ACONTECEU! CAPÍTULO GERAL 2016

Aconteceu nos dias 17 a 30 de abril de 2016, o 21° Capítulo Geral da nossa Congregação.

Na imagem que acompanha, você vê todos as capitulares do Capítulo Geral 2016 que aconteceu em Thuine, Alemanhã, na Casa Mãe da nossa Congregação. Irmãs de 4 continentes se encontraram na nossa Casa Mãe para fortalecer os laços, aprofundar a nossa espiritualidade e discutir questões que atingem nossa Congregação.


Uma das tarefas do Capítulo Geral é a eleição da nova Madre Geral e seu Conselho.
No dia 26 de Abril 2016 as capitulares do Capítulo Geral da nossa Congregação escolheram o novo Conselho Geral.
Irmã Maria Cordis Reiker foi eleito Superiora Geral e Irmã Maria Angelis Hegemann a nova Vigária Geral.
Para o Conselho Geral também apresentamos:
2ª Conselheira Geral: Irmã Irmã M. Hanna Stevens
3ª Conselheira Geral: Irmã Irmã M. Gabrieli Kopmann4ª Conselheira Geral: Irmã Irmã M. Christella Warini, (da Holanda)5ª Conselheira Geral: Irmã Irmã M. Samuela Rhotert6ª Conselheira Geral: Irmã Irmã M. Agnes Labbé, (dos EUA)Secretária Geral: Irmã M. Raphaels BusscherTesoureira Geral: Irmã M. Hildegard MelsParabenizamos as Irmãs e que Deus as abençoe.



sexta-feira, 26 de fevereiro de 2016

Migração do Blog

Caros leitores,
nosso blog está em fase de migração para um outro endereço. As postagens antigas permanecerão neste blog. As novas postagens - a partir de 01/01/2016 - se encontram aqui.

terça-feira, 15 de setembro de 2015

Olhai para Jesus, olhai para Maria e ide em frente!

Veio-me ao pensamento a figura de alguns jovens do Evangelho. Alguns jovens que se depararam com Jesus, ou dos quais Ele mesmo falou. Talvez isto vos ajude. Se vos for útil, conservai-o; se não vos for útil, eliminai-o.

Irmãs Franciscanas do Mártir São Jorge - FSGM, Ir. Ana Maria no Encontro Franciscano em Brasília
Pensei nos jovens apóstolos, pensei no jovem rico, pensei no jovem que partiu à procura de uma vida nova com a herança do pai, pensei no jovem morto. Os apóstolos eram jovens, alguns não muito, outros sim. João era um rapazinho. E ficaram impressionados com a figura de Jesus, entusiastas com aquele arrebatamento que sentimos quando nos encontramos com Jesus. Vão depressa ter com os amigos e dizem-lhes: «Encontrámos o Messias! Encontrámos Aquele do qual falam os profetas!».


Encontrar Jesus! Foi assim que os apóstolos agiram: depois cederam, não se comportaram muito bem. Pedro negou-o, Judas traiu-o enquanto os outros fugiram. Isto significa que é preciso lutar para ser fiel a este encontro, ao encontro com Jesus.

Irmãs Franciscanas do Mártir São Jorge – FSGM
Pergunto-te: «E tu, quando te encontraste com Jesus? Como foi o teu encontro com Jesus? Já tiveste um encontro com Jesus, ou só agora o encontras? Os jovens apóstolos! Pensai em como encontraram Jesus Pedro, Tiago, João e Natanael.

Quem és tu? O entusiasta, como os apóstolos, antes de começar a percorrer o caminho? Aquele que deseja seguir Jesus, porque lhe apraz, mas sente-se bloqueado por numerosas coisas que o vinculam e não o pode seguir, como o jovem rico da mundanidade, de muitos bens? Como aquele que esbanjou toda a herança do pai, mas teve a coragem de voltar e neste momento sente o abraço da misericórdia? ...

Irmãs Franciscanas do Mártir São Jorge – FSGM, Acolhida dos Símbolos da JMJ 2013«Padre, é injusto — dir-me-ão as jovens — pois os exemplos que nos dás são para os rapazes; e nós?». Com a vossa vida, aspirai a consolidar a ternura e a fidelidade. Percorrei o caminho daquelas mulheres que seguiam Jesus, na boa e na má sorte. A mulher dispõe deste grande tesouro de poder oferecer a vida, de poder dar ternura, de poder infundir paz e alegria. Para vós existe um único modelo: Maria, a mulher da fidelidade, aquela que não entendia o que acontecia, mas entretanto obedecia. Aquela que, quando soube do que a sua prima precisava, foi depressa ter com ela; a Virgem da Prontidão! Aquela que fugiu como refugiada para um país estrangeiro a fim de salvar a vida do seu Filho. Aquela que ajudou o seu Filho a crescer, que o acompanhou e, quando o seu Filho começou a pregar, seguiu-o. Aquela que padeceu tudo o que acontecia com o Menino, com o Jovem. Aquela que permaneceu ao lado do seu Filho, e lhe indicava os problemas que surgiam: «Olha, não têm vinho!». Aquela que, no momento da Cruz, estava com Ele.

Irmãs Franciscanas do Mártir São Jorge – FSGM, Festa da Apresentação do Senhor

A mulher tem uma capacidade de dar vida e ternura que nós, homens, não temos. Vós sois mulheres de Igreja. Da Igreja, ou «do» Igreja? Não, não é «o» Igreja, é «a» Igreja. A Igreja é feminina, é como Maria. Este é o vosso lugar. Ser Igreja, formar a Igreja, permanecer ao lado de Jesus, oferecer ternura, acompanhar e deixar crescer.

Que Maria, a Senhora da Carícia, a Senhora da Ternura, a Senhora da Prontidão ao serviço vos indique o caminho. Pois bem, agora já não vos zangueis, pois conseguistes vencer os rapazes. Faço votos por que este dia termine bem para vós. Que cada um e cada uma de vós encontre Jesus, o Jesus ressuscitado. 

Irmãs Franciscanas do Mártir São Jorge – FSGM, Acolhida dos Símbolos da JMJ 2013
E digo-vos algo: não tenhais medo! Olhai para Jesus, olhai para Maria e ide em frente!

domingo, 16 de agosto de 2015

São felizes os que se tornam esposos e esposas do Senhor.

Adaptatação do texto por Frei Almir Ribeiro Guimarães no blog Franciscanos.org.br.
Para ler o texto original acesse: http://www.franciscanos.org.br/?p=7852


Seres leves… seres com pouca bagagem. Numa sociedade loucamente consumista, os religiosos são seres de um mundo encantado que vai além da aparência, do poder e do ter. E esses religiosos, vivendo simplesmente e pobremente com seus irmãos, atuando na pastoral, são pessoas muito próximas do coração de Deus.
Reconhecer o que é bom em nós, é um primeiro passo. Feito isso, será preciso apressar-se em restituir os bens a seu proprietário que é o Senhor Deus, o único bom. A verdadeira e mais profunda pobreza é a de tudo possuir através do dom de Deus, sem nada atribuir a si. Pobres desse jeito, os religiosos mostram por sua vida a vida de Cristo e são felizes.


Seres leves e pobres, cantores da glória de Deus, submissos uns aos outros no mistério da fraternidade e não deixando o coração endurecer, amantes ardentes do Deus de amor, os religiosos são seres felizes. Felizes também porque vão pelo mundo. São enviados. São missionários. Dizem por palavras e gestos que há uma explosão de felicidade na vida segundo o Evangelho. Experimentam a alegria de serem missionários. Nas paróquias, onde trabalham, nas obras que tocam, a tudo impregnam com a força do Evangelho que não é um livro mas uma pessoa viva chamada Jesus Cristo. Em sua missão respiram sempre a radicalidade do Evangelho que tentam viver. Nunca se apresentam como funcionários de um “status quo”, mas lutam para que sua palavra e sua vida transmitam o fogo do evangelho.

domingo, 9 de agosto de 2015

A “FELICIDADE” DESSES QUE CHAMAMOS DE “RELIGIOSOS” parte 2

Adaptatação do texto por Frei Almir Ribeiro Guimarães no blog Franciscanos.org.br.
Para ler o texto original acesse: http://www.franciscanos.org.br/?p=7852

Irmãs Franciscanas do Mártir São Jorge – Capela da Casa Regional
Não cessam os religiosos e as religiosas de perguntar ao Senhor o que ele deseja de cada um dos membros de sua Fraternidade. Não querem fazer a sua vontade particular e garantir seu cantinho de sobrevivência. Estão sempre com os ouvidos atentos aos textos das Escrituras, às batidas do coração de seus confrades e co-irmãs, sentem-se perto, bem perto de todos esses homens e mulheres para os quais se sentem enviados. 
Irmãs Franciscanas do Mártir São Jorge – PC, Celebração de Vida
Lutam para que sua Província encontre caminhos que coincidam com os caminhos que Deus deseja. São “ledores” obedientes dos sinais dos tempos. Obedecem-se mutuamente numa tentativa de nunca mais girar em torno do eu que é inimigo do Espírito. Nessa obediência, no empenho de não deixar o coração endurecer, os religiosos e religiosas são “felizes”. Fazem o que o Senhor lhes pede. Não pertencem a si mesmos. São de um Outro.

Irmãs Franciscanas do Mártir São Jorge
Nessa decisão inabalável de fazer que o Senhor venha ocupar todo o espaço de seu interior e de seu exterior, os religiosos e religiosas são criaturas revestidas do fogo do amor. Consagram ao Senhor seu corpo e integridade e pureza do interior. São puros de coração e buscam purificarse. Num mundo hedonista e pansexualista, os religiosos são pessoas que, sem falsos pudores, se tornam esposos e esposas do Senhor.
Irmãs Franciscanas do Mártir São Jorge – Irmã Ana Maria Conferencia Francisclariana
“Rogo a todos os irmãos, tanto aos ministros quanto aos outros, que, removido todo impedimento e todo cuidado e postergada toda preocupação, do melhor modo que puderem, esforcem-se por servir, amar, honrar e adorar o Senhor com o coração limpo e com a mente pura, pois é isso que Ele deseja acima de tudo, e façamos sempre aí uma habitação e um lugar de repouso para Ele que é o Senhor Deus Onipotente, Pai, Filho, Espírito Santo…” (Regra NãoBulada 22, 2627).
Irmãs Franciscanas do Mártir São Jorge – Renovação dos Votos
São felizes os que se tornam lugar exclusivo de habitação daquele que busca asilo na intimidade dos que o amam. Uma vida de castidade consagrada viçosa é sinal de que é possível viver a radicalidade do Evangelho na carne humana… e quem puder compreender que compreenda. São felizes os que se tornam esposos e esposas do Senhor.

domingo, 2 de agosto de 2015

A “FELICIDADE” DESSES QUE CHAMAMOS DE “RELIGIOSOS”

Adaptatação do texto por Frei Almir Ribeiro Guimarães no blog Franciscanos.org.br.

Para ler o texto original acesse: http://www.franciscanos.org.br/?p=7852

Eles estão espalhados por todas as partes, esses que chamamos de religiosos e de religiosas, entre os quais estão os que designamos de franciscanos. Alguns envergam um hábito exterior. Outros se vestem de roupas comuns, simples, por vezes tendo um crucifixo ou um tau no peito ou na lapela. Outros, precisando circular em espaços solenes, se vestem com solenidade.

Mas por detrás desses rostos estão esses que chamamos de religiosos e religiosas, de frades menores e irmãs que se sentem bem respirando a espiritualidade evangélica-franciscano-clariana. Há essas religiosas contemplativas que, no meio da noite, se levantam para louvar o Senhor. Esses outros, religiosos ou religiosas, percorrem os corredores dos hospitais, dirigem se às casas das pessoas, ajudam essas mães e esses pais simples a educarem seus filhos, estão fortemente comprometidos com a pastoral da Igreja. Entre estas estão as Irmãs da nossa Congregação – as Irmãs Franciscanas do Mártir São Jorge.
Irmã M. Fatima com os alunos da Pre-Escola Santa Teresinha, Apui / AM

Vidas consagradas a Deus. Seres leves e simples, criaturas com os pés na terra e o coração no Amado. Querem ter o coração sempre voltado para o Senhor. Esses que chamamos de religiosos e religiosas vivem a busca do Deus Altíssimo com infatigável desejo. E, no fundo de seu coração, são pessoas profundamente felizes.
Entrada no Noviciado – Irmãs Franciscanas do Mártir São Jorge – Irmã M. Francisca e Irmã M. Debora

“Se, de fato, é verdade que todos os cristãos são chamados à santidade e à perfeição do próprio estado, as pessoas consagradas, graças a uma nova e especial consagração, têm a missão de fazer com que resplandeça a forma de vida de Cristo, por meio do testemunho dos conselhos evangélicos, para sustento da fidelidade de todo o Corpo de Cristo” (Partir de Cristo, Instrução da Congregação para os Institutos de Vida Consagrada e as Sociedades de Vida Apostólica, n. 13).
“A vida consagrada não procura louvores nem apreços humanos, ela é recompensada pela alegria de continuar a trabalhar operosamente a serviço do Reino de Deus, para ser germe de vida que cresce em segredo, sem buscar recompensa diferente daquela que, no fim, o Pai nos dará. Ela encontra a sua identidade no chamado do Senhor, no seu seguimento, no amor e serviço incondicionais, capazes de plenificar uma vida e de dar-lhe plenitude de sentido” (ibidem). Esse chamado, a graça da vocação é que dá alegria e felicidade aos religiosos.

domingo, 26 de julho de 2015

Irmã M. Verônica - Gratidão, Alegria e Doação

Faleceu em Manaus - AM a segunda Irmã brasileira da nossa Congregação.

Irmã M. Verônica era sempre grata por sua vocação como uma religiosa consagrada em nossa Congregação e manteve um relacionamento evidente com Deus. Com grande alegria e um espírito acolhedor se preocupou com o bem estar das pessoas nas várias comunidades onde morava. Ao longo de sua vida religiosa, se doou para os outros, ora para suas co‐Irmãs, ora para as pessoas da comunidade. Por muitos anos atuou na Pastoral da Criança, Pastoral da Saúde e apoiou os grupos de Alcoólicos Anônimos. Também animou e ajudou muitas comunidades ribeirinhas e edificou o corpo místico de Cristo através de "desobrigas" e celebrações da Palavra nas capelas. Foi a sua alegria cozinhar e partilhar do fruto de seu trabalho com as Irmãs da casa, bem como com qualquer família carente do bairro.
Uma doença incurável cruzou a vida de Irmã M. Verônica cedo, isso significava desapegar-se de seus trabalhos anteriores. Ela lutou com esta situação e fui junto com o Senhor em seu próprio caminho de sofrimento. Estava sempre grata pela assistência e apoio de suas co‐Irmãs e se alegrava com as visitas das Irmãs, família e amigos. Que o Senhor a quem ela consagrou a sua vida recebê-la com a mesma alegria com que ela recebeu todos com quem teve contato aqui na terra.

Durante a noite de 08 de julho de 2015, o Senhor, a quem ela consagrou a sua vida, veio e a redimiu. Ela agora está sempre segura em Seu amor e se alegra em pertencer a Ele para sempre na comunhão dos anjos e dos santos.